Historicamente, o flúor tem sido promovido por autoridades e instituições como um mineral essencial na prevenção de cáries e saúde em geral, sendo adicionado à água potável e a produtos de higiene bucal, como pastas de dente e enxaguantes bocais. Entretanto, cresce o número de questionamentos e controvérsias científicas sobre seus potenciais efeitos colaterais à saúde, especialmente quando ocorre o consumo de flúor em qualquer escala.
A fluoretação, em pesquisas atuais científicas, constatam que o flúor pode ser maléfico à saúde, argumentando inclusive que o flúor é um "veneno" que foi introduzido na água não por benefício à saúde, mas como solução para descarte de subproduto industrial e calcificação da glândula pineal.
Há anos cientistas e renomados médicos constataram que o flúor foi colocado na água não por benefício à saúde bucal, mas porque é um subproduto industrial, especialmente da produção de alumínio, e não sabiam o que fazer com ele, então passaram a colocá-lo na água potável diluído e utilizando amplamente com pretexto de informar a população que é algo benéfico à saúde.
De acordo com estudos e análises científicas, o flúor é classificado por alguns pesquisadores como uma substância potencialmente tóxica, especialmente quando ingerido de forma contínua, mesmo em pequenas doses, por meio da água potável ou de produtos de higiene bucal, como pastas e cremes dentais.
Argumenta-se que a redução nas taxas de cárie já vinha ocorrendo antes da introdução da fluoretação da água. Segundo essa visão, o aumento posterior de cáries estaria mais relacionado ao crescimento do consumo de produtos industrializados com alto teor de açúcar, bem como a outros problemas de saúde associados ao excesso de açúcar, e não à ausência ou presença do flúor.
Estudos e análises críticas apontam que a presença de flúor na água potável e em produtos de higiene bucal, como pastas de dente, não demonstraria uma prevenção significativa de cáries. Segundo esses pesquisadores, os potenciais riscos e efeitos adversos associados ao consumo contínuo de flúor seriam consideravelmente maiores do que quaisquer benefícios preventivos alegados.
A concentração de flúor na pasta de dente é muito maior do que na água, o que seria ainda mais prejudicial devido à absorção pela mucosa bucal e possível ingestão acidental.
Contraponto importante: Países que reduziram ou proibiram a fluoretação:
O país interrompeu a fluoretação da água potável em 2014.
O estado de Utah se tornou o primeiro a proibir a adição de flúor em todo o estado recentemente (2025-2026).
A fluoretação da água é extremamente limitada e o nível de flúor na água é regulamentado para ser muito baixo.
A maioria dos países europeus não fluoreta artificialmente seus suprimentos de água.
Alemanha, Finlândia, Suécia, Holanda, República Checa, Polónia, Escócia, Hungria, Irlanda do Norte, Roménia, Eslováquia.
Com base nos argumentos apresentados, recomenda-se:
Evitar água da torneira fluoretada, preferindo água mineral ou filtrada (ressaltando que filtros comuns não removem flúor adequadamente).
Usar pasta de dente sem flúor, optando por alternativas naturais ou com outros agentes anticárie.
Recusar aplicações de flúor no consultório odontológico.
Utilizar filtros específicos para remoção de flúor da água.